sexta-feira, 10 de agosto de 2012

"Princípios do VERDADEIRO AMOR"

Em um relacionamento a dois,
Surgirão momentos de insatisfação emocional,
Como se os sentimentos do início da relação tivessem acabado.
Daí surgem dúvidas:
“Será que não gosto mais dele(a)?”
“O que há de errado?”
Mas tais momentos também fazem parte de um relacionamento
E é a partir daí que escolhemos AMAR.
Por isso, os sentimentos não são o guia mais seguro.
Os princípios do amor verdadeiro devem estar em ação.
O amor verdadeiro vem de Deus...
Se Deus é a origem do amor, quanto mais buscarmos conhecê-Lo,
Mais capacitados vamos estar para amar nosso cônjuge.
O amor verdadeiro nos leva a amarmos a nós mesmos...
“Ame o seu próximo como a si mesmo” (Mateus 22:39).
“De todos os julgamentos que fazemos,
Nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos”
(Nathaniel Branden, escritor-psicólogo).
A autoestima que inclui confiança e respeito próprios
Nos capacita a lidar com os desafios da vida,
Sem deixar de ser feliz.
A pessoa que tem uma boa autoestima
Procura entender e dominar os problemas que surgem;
Respeitar e defender seus interesses e necessidades.
Quanto melhor estiver a nossa autoestima,
Mais conseguiremos ter relações saudáveis,
Com respeito e boa vontade.
Mas não confunda “amor a si” com autoglorificação à custa dos outros.
A autoestima não pode ser corrompida pela arrogância.
O amor verdadeiro envolve compromisso...
Por inexperiência e imaturidade,
Muita gente faz promessas românticas que nunca serão cumpridas.
Sem comprometimento, o amor verdadeiro não pode ser desenvolvido.
O casamento é muito importante;
É necessário que se prepare muito bem antes
De se comprometer para sempre.
O amor verdadeiro é incondicional...
Só num clima de amor incondicional,
Que conseguimos relaxar as defesas e
Permitir que se desenvolva a intimidade.
Amar sem querer nada em troca não é natural para o ser humano,
 Mas devemos lutar por isso.
Não há nada que apele mais ao coração que
AMOR e aceitação incondicionais.
O amor verdadeiro perdoa...
Um médico-missionário chamado McMillen, afirmou que:
“Ao Jesus dizer que devemos perdoar até setenta vezes sete,
Estava pensando não só em nossas almas,
Mas em salvar nossos corpos da síndrome de colite,
Da doença das coronárias,
Da hipertensão arterial e de muitas outras enfermidades.”
Ninguém é perfeito, mas quando se perdoa, o AMOR é fortalecido.
O amor verdadeiro respeita a individualidade...
Quando amamos alguém de verdade,
Deixamos esse alguém ser ele mesmo,
Sem tomar conta do espaço dele.
Não é preciso dominar o outro;
É preciso respeitar sua liberdade de pensamento e de decisões.
Permita-lhe desenvolver seu potencial e sua identidade própria.
O amor verdadeiro é doador...
Sua maior preocupação deve ser a de servir seu(sua) companheiro(a).
Felizes são os que se preocupam mais em dar que em receber.
O amor procura favorecer outros, saindo do seu caminho,
Para dar, fazer, ajudar, aliviar e partilhar.
Não é fácil dar AMOR.
Mesmo quando os outros falham conosco,
Podemos escolher AMAR!!!
Afinal, somos seres humanos...
Vivemos errando e aprendendo, com os nossos erros
A sermos pessoas MELHORES!!!
AMAR vale a pena!!!
Certa vez, ouvi uma frase:
 “Para amarmos alguém não é preciso encontrar
A pessoa perfeita, mas reconhecermos
Perfeitamente as suas imperfeições”.
Comecei a “viajar” e lembrei dos conceitos gregos de amor.
No português existe apenas uma palavra para
Expressar diversas facetas de amor,
Daí a origem de tantas confusões envolvendo a palavra amor,
Levando à descrença de sua existência e
Sua perda de autoridade.
No conceito grego existem três tipos de amor:
Eros, Filéo e Ágape.
O AMOR EROS é o amor erótico, que envolve atração física,
A “paixão” entre casais caracterizada pelo toque,
pelas carícias, pela sensação de prazer,
Porém, fazer sexo não é o mesmo que "fazer amor".
O AMOR FILÉO diz respeito ao amor entre amigos,
Familiares, pais e filhos, enfim, é o amor que
Se desenvolve com o tempo.
O AMOR ÁGAPE denota o amor de Deus pela criação.
É o amor que perdoa, que não arde em ciúme,
Que é paciente e benigno.
O Eros sozinho é o amor que mata, é o amor que sozinho é paixão,
Nem sempre alegrias, pois lembremos que
Paixão tem por significado sofrimento.
O Eros é fundamental, mas sozinho é egoísta e
Acaba morrendo muito rápido, é como se fosse “amor de novela”
Que dura apenas seis ou oito meses,
Tem tempo de validade, de duração pré-determinada.
Eros sozinho não enxerga defeitos quando ama e
Quando acaba não vê qualidades.
Poderíamos dizer que o Eros é um amor míope?
Eros é alicerce para as uniões ou ainda “argamassa”,
Mas sozinho não se basta, acaba morrendo.
Uniões entre casais podem iniciar com Eros,
Mas para as “paredes” subirem e
Chegarem ao “telhado” vão precisar do Filéo
(amizade, companheirismo, parceria, sinceridade, alegria, diálogo)
E vão precisar aprender do Ágape
(o perdão, o voto de confiança gratuita,
Paciência, ânimo, não-julgamento prévio).
O amor formado pelos “três amores” reconhece
Perfeitamente as imperfeições e permanece. 
O Amor “três em um” é aquele que permanece ainda que,
Mesmo que e apesar de sermos imperfeitos.
Ele se redimensiona, se reinventa diariamente para persistir.


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